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		<title>Vale fazer uma plástica para se vingar do ex-marido?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 00:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma matéria do inglês Daily Mail  (http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1360064/Divorcees-having-cosmetic-surgery-ex-husbands-missing.html), publicada recentemente, traz ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/5588098.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1711" title="5588098" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/5588098-300x198.jpg" alt="5588098" width="300" height="198" /></a>Uma matéria do inglês <em>Daily Mail</em>  (<a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1360064/Divorcees-having-cosmetic-surgery-ex-husbands-missing.html">http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1360064/Divorcees-having-cosmetic-surgery-ex-husbands-missing.html</a>), publicada recentemente, traz informações sobre o que seria uma tendência comportamental entre as britânicas: a realização de plásticas como forma de vingança contra os ex-maridos. </p>
<p style="text-align: justify;">Este “novo recomeço&#8221; está sendo apelidado de &#8220;cirurgia de vingança&#8221;. Segundo estatísticas divulgadas no começo do ano, as mulheres  divorciadas respondem, hoje, por um quarto de todas as cirurgias plásticas realizadas no Reino Unido. E muitas deste grupo admitem que se submetem a diversos procedimentos cirúrgicos para “surpreender” ou para “atacar o brio” do ex-companheiro. </p>
<p style="text-align: justify;">Nos EUA, local onde todas as idéias podem ser comercializadas, algumas clínicas de cirurgia plástica  já oferecem pacotes de divórcio para homens e mulheres, que  procuram a cirurgia, depois de uma separação. Apesar dos benefícios da cirurgia plástica serem inegáveis, antes ou  logo após uma separação, o que os estudiosos do tema se perguntam é se é correto tirar proveito da infelicidade e da fragilidade alheias&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>“Se reiventar”</em></strong> </p>
<p style="text-align: justify;">“Não são somente as mulheres divorciadas que chegam aos consultórios de cirurgia plástica com este desejo: o de ‘se reinventar’. O executivo desempregado, a filha preterida, o adolescente com mamas aparentes, a sexagenária que acabou de ficar viúva, a modelo que não pode perder um grande trabalho no exterior, a imigrante japonesa insatisfeita com suas pálpebras e muitos outros pacientes acalentam o mesmo desejo: virar uma página da vida, transformando-se em ‘outra pessoa’”, diz o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada. </p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente, ‘se reiventar’ significava mudar o corte do cabelo, fazer uma dieta, trocar o guarda-roupa. “Hoje, como as cirurgias plásticas estão mais acessíveis, elas são a primeira escolha da lista de providências ‘para dar a volta por cima’, após uma situação desagradável”, explica o médico. </p>
<p style="text-align: justify;">“Esclarecemos, sempre, os nossos pacientes que a cirurgia plástica estética apresenta suas limitações. Uma ‘mudança real na vida’ é fruto de um trabalho interno. Após uma conversa esclarecedora, o paciente pode até chegar à conclusão que não precisa mudar nada, exteriormente. Um bom aconselhamento deve vir antes do bisturi. Se não vejo razão para a cirurgia almejada pelo paciente, digo isto a ele”, destaca Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Uma plástica, uma nova vida&#8230;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a cirurgia plástica é um dos instrumentos da sociedade moderna para elevar a auto-estima e o bem-estar do indivíduo, fazendo com que ele conviva melhor com sua própria imagem. “Quando esta especialidade médica iniciou seus trabalhos, os cirurgiões não falavam em estética, bem-estar, beleza, pois a importância da auto-estima não era tão difundida socialmente. O discurso era reparar as deformidades”, afirma Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;">“A mudança exterior não é apenas voluntarismo. Quem nasceu com um nariz muito grande ou com a orelha acentuadamente para frente não considera a cirurgia plástica apenas uma vontade, e sim, uma necessidade. A cirurgia plástica também é importantíssima para as pessoas diante do trauma. Mas diante do paciente que demonstra ‘o desejo de se reinventar’, o trabalho do cirurgião é o de mostrar que ‘o normal’ ou ‘o belo’ são sutis, são mudanças que não se notam, não são transformações radicais”, explica o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a este processo de valorização social e de busca pela auto-estima abalada por um casamento fracassado ou pela perda de um ente querido, ou ainda, pela falta de oportunidades profissionais, dentre muitas outras situações, o cirurgião plástico tem que estar atento aos excessos e às más indicações dos procedimentos cirúrgicos, que sempre devem ser evitados para o bem do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por isto, além de uma boa formação técnica, o cirurgião plástico tem de ter uma consistente formação ética. Se o paciente disser que tem o nariz grande, cabe a ele julgar o próprio nariz. Ao médico cabe a avaliação profissional e a conduta ética de indicar ou não uma intervenção cirúrgica a este paciente”,concluiu Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.<strong></strong></p>
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		<title>Reconstrução da mama: cirurgia possibilita recuperação da auto-estima</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O câncer de mama é uma das doenças mais temidas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/WESTF14809.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1714" title="WESTF14809" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/WESTF14809-300x199.jpg" alt="WESTF14809" width="300" height="199" /></a>O câncer de mama é uma das doenças mais temidas pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a sexualidade e a própria imagem pessoal. Raro antes dos 35 anos de idade, mas muito presente acima desta faixa etária, sua incidência cresce rápida e progressivamente. As estatísticas indicam o aumento de sua freqüência, tanto nos países desenvolvidos, quanto nos países em desenvolvimento. </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as estimativas do INCA, Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos nesse grupo. Embora seja considerado um câncer de bom prognóstico, trata-se da maior causa de morte entre as mulheres brasileiras, principalmente na faixa entre 40 e 69 anos, com mais de 11 mil mortes/ano (2007). Isso porque na maioria dos casos a doença é diagnosticada em estádios avançados. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Símbolo de feminilidade</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mama é um dos símbolos da identidade feminina. A sua extração para tratar o câncer de mama significa muito, tanto do  ponto de vista físico, quanto psicológico, para a mulher. Portanto, a sua reconstrução é  de suma importância para que a paciente recupere a auto-estima, auxiliando, assim, o tratamento do câncer e o restabelecimento do convívio social.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pacientes submetidas à mastectomia, o objetivo maior da cirurgia reconstrutora é a reabilitação estética, retirando da paciente o estigma do câncer e da mutilação. O retorno à condição física pré-câncer é fundamental neste processo e a morbidade da retirada da musculatura não é desprezível.</p>
<p style="text-align: justify;">A microcirurgia e os retalhos perfurantes constituem mais uma opção para as mulheres mastectomizadas pela menor agressão à parede abdominal e pelo retorno mais precoce às atividades habituais pré-operatórias. A ponderação entre estas vantagens e os riscos inerentes à complexidade do procedimento deve ser aventada, colocando-se assim a melhor opção de tratamento e reabilitação.</p>
<p style="text-align: justify;">O tipo de cirurgia para reconstrução da mama varia de acordo com o tamanho e localização do tumor, do biótipo da paciente e do volume da mama. Pacientes magras e com mama contralateral pequena, por exemplo, apresentam melhores condições para reconstrução da mama com expansor de pele e posterior colocação de prótese de silicone.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mulheres obesas ou com mama contralateral grande, a reconstrução pode ser feita com expansor e prótese de silicone de maior volume ou com tecidos do abdômen ou das costas, com ou sem próteses.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande parte das cirurgias reconstrutoras são realizadas simultaneamente à retirada do tumor câncerígeno. Dessa forma, diminui-se o tempo de internação e a reabilitação social é beneficiada. Quando a reconstrução da mama é imediata, a paciente não precisa conviver com a mutilação parcial ou total do seio, a mastectomia. A experiência se torna menos traumática.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Direito assegurado</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A cirurgia de reconstrução da mama é assegurada pelo Sistema Único de Saúde, SUS, desde 1999. Os procedimentos cobertos incluem o implante da prótese de silicone. A saúde suplementar também prevê a cirurgia plástica reconstrutiva da mama, após tratamento para retirada de câncer para os contratos celebrados após 1998.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>Ruben Penteado, cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, diretor do Centro de Medicina Integrada.</strong></p>
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		<title>A delicada questão da correção das “orelhas em abano”</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 01:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Crianças com ‘orelhas em abano’ são alvos de piadas e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/230545309.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1719" title="230545309" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/230545309-300x199.jpg" alt="230545309" width="300" height="199" /></a>“Crianças com ‘orelhas em abano’ são alvos de piadas e chacotas na escola e não passam despercebidas pelos colegas em lugar nenhum. Viver a infância sendo chamado de ‘<em>Dumbo’, ‘</em>açucareiro’, ‘morcego’, ‘fusca de portas abertas’ e de muitos outros apelidos pejorativos pode fazer muito mal para a auto-estima. Pais e educadores precisam estar sempre atentos, para que os ofendidos sejam poupados do constrangimento ininterrupto, que prejudica o desempenho escolar, compromete a auto-estima e o relacionamento, em casa e na escola, destas crianças”, defende o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para terminar com o constrangimento social, a otoplastia, cirurgia para correção de deformidades na orelha externa, é o caminho indicado. Geralmente, ela é realizada entre os 7 e os 14 anos de idade, quando as orelhas já atingiram o tamanho definitivo. Adultos também podem se submeter à operação, mas por possuírem cartilagens mais rígidas, em 15% dos casos há recidivas, mas a cirurgia pode ser refeita.</p>
<p style="text-align: justify;">As orelhas em abano são um distúrbio caracterizado pelo aumento do ângulo entre a orelha e o crânio. A medida padrão de espaçamento das orelhas varia entre 30 e 45 graus, ou seja, um espaço de até dois centímetros de abertura visto de trás. No entanto, pode ocorrer o apagamento da dobra mais externa da orelha  &#8211; chamada de anti-hélice &#8211;  o que produz uma abertura maior da parte superior da orelha.</p>
<p style="text-align: justify;">“Cerca de 5% das pessoas apresentam a anomalia, que ocorre mais freqüentemente em meninas. Não se sabe qual é a origem do problema, mas é possível afirmar que, nem a posição do feto no útero, nem qualquer dificuldade na hora do parto são responsáveis. Trata-se de uma malformação hereditária, em geral, com vários casos na mesma família e todos parecidos”, explica Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Desconforto</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O problema, detectado já no nascimento, incomoda muito aos pais das crianças. Alguns, antigamente, submetiam o filho à “tortura” de ficar, dia e noite, com uma touca ou esparadrapos colados à cabeça. “Estas receitas caseiras não adiantam nada, já que a orelha possui uma estrutura elástica. Mesmo depois de muito tempo dobrada em um sentido, ao ser solta, ela volta à posição natural”, alerta o cirurgião plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">“Como em grande parte das indicações estéticas, na área da cirurgia plástica, a indicação da otoplastia deve partir da vontade do próprio paciente. O papel do cirurgião plástico é estabelecer que tipo de tratamento é o mais indicado para cada caso e mostrar que a cirurgia é uma opção terapêutica, com limitações e riscos”, explica Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o médico, os pais nem sempre devem tomar a decisão de realizar a otoplastia,  o mais cedo possível, porque, às vezes, o tamanho da orelha parece grande, porém, conforme a criança vai crescendo o rosto se torna mais simétrico e a imperfeição desaparece.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Além disso, é fundamental que a criança demonstre insatisfação com a própria aparência. As orelhas proeminentes não costumam causar qualquer transtorno às crianças até os cinco ou seis anos. A partir dessa idade, as críticas começam a ferir. Os comentários dos coleguinhas, por exemplo, passam a ter um peso maior e as brincadeiras de mau gosto com relação às orelhas se tornam mais cruéis, chegando a comprometer o bem-estar da criança, que pode apresentar distúrbios emocionais e comportamentais: desde ansiedade, depressão, <em>déficit</em> de atenção até queixas somáticas”, explica Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Como é feita a cirurgia?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para se submeter a um procedimento anestésico e cirúrgico. A otoplastia é realizada para aproximar a orelha da cabeça, corrigindo a forma e o &#8220;desenho do órgão”.</p>
<p style="text-align: justify;">“O procedimento cirúrgico é feito através de um corte interno na pele atrás da orelha. A pele é descolada da cartilagem e fixada na nova posição com pontos internos” explica o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">A anestesia pode ser local ou geral. A escolha do método de anestesia, sempre em comum acordo com o anestesista, levará em consideração o tamanho da cirurgia, as condições clínicas, psicológicas e a idade do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">A otoplastia é normalmente realizada em caráter ambulatorial, com alta hospitalar algumas horas após a recuperação da anestesia. O paciente vai para casa com um curativo e ataduras. Os cuidados pós-operatórios variam segundo a complexidade dos procedimentos efetuados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>O pós-operatório</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Haverá um inchaço maior nos primeiros dois dias, que gradativamente vai diminuindo. Os pontos externos são retirados entre 6-8 dias e, em geral, este é o tempo suficiente para que o paciente retorne às suas atividades sociais e/ou laborais”, esclarece Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;">O cirurgião também ressalta que pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre a cicatrização&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 01:16:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[boa cicatrização da cirurgia plástica]]></category>
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		<description><![CDATA[01)  &#8220;É preciso entender que não existe cirurgia sem cicatriz. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/ti0127147.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1725" title="ti0127147" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/ti0127147-300x199.jpg" alt="ti0127147" width="300" height="199" /></a>01)  &#8220;É preciso entender que não existe cirurgia sem cicatriz. Um bom cirurgião pode tentar deixá-la menos aparente, mas não pode eliminá-la por completo&#8221;, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo;</p>
<p style="text-align: justify;">02)  “O paciente deve ser conduzido a refletir que se trata de uma troca: no lugar de um problema de contorno corporal, ele ganhará formas mais modeladas, mas também uma cicatriz. É preciso esclarecer o tamanho do corte, onde vai ficar, como é o processo de cicatrização, quanto tempo demora a recuperação detalhadamente”, diz o médico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;</p>
<p style="text-align: justify;">03)  No caso das cirurgias plásticas para retirada de pele, após uma cirurgia bariátrica, não há como evitar os grandes cortes. Em geral, a flacidez da pele de quem perde 60, 70 kg é de tal magnitude que precisam ser retiradas grandes quantidades de pele das regiões a serem reconstituídas. O que o cirurgião plástico tenta fazer é situar essas cicatrizes em locais menos visíveis. “No caso da reconstituição da barriga, por exemplo, procura-se posicionar o corte na área que fica coberta pela calcinha ou pelo biquíni. Na coxa, o local escolhido é a chamada prega iguinal, próxima da virilha. No braço, a cicatriz deve ficar na parte interna e o mais perto possível da axila&#8221;, diz Penteado;</p>
<p style="text-align: justify;">04)   O processo de cicatrização, explica Ruben Penteado, passa por várias etapas e, em geral, completa-se em dois anos. Nos 30 primeiros dias após a cirurgia, o sinal ainda é pouco visível. No mediato, que vai até o 8º ou 12º mês, ele se mostra avermelhado e, em alguns pacientes, elevado e largo. É no período chamado de tardio, após um ano, que este sinal começa a ficar mais claro e menos consistente;</p>
<p style="text-align: justify;">05)  &#8220;O resultado final da cicatrização depende de cada paciente, das suas condições nutricionais, do seu histórico de doenças, dos remédios que eventualmente esteja tomando, dentre muitos outros fatores&#8221;, esclarece o diretor do Centro de Medicina Integrada;</p>
<p style="text-align: justify;">06)   Um acompanhamento cuidadoso nos primeiros seis meses de cicatrização é fundamental. “O paciente também deve seguir à risca a recomendação médica de não realizar esforços que tensionem a pele na região do corte. O esforço pode quebrar os pontos ou provocar inflamação”, reforça Penteado;</p>
<p style="text-align: justify;">07)   No terreno dos curativos, um grande aliado são os adesivos de gel de silicone. Aplicados sobre os pontos durante três meses, especialmente na barriga e nos seios, esses adesivos controlam a produção das fibras colágenas, evitando os exageros que podem levar a uma cicatriz grossa ou até à formação de quelóides;</p>
<p style="text-align: justify;">08)   “O quelóide é uma cicatrização exagerada que ultrapassa o corte ou trauma cirúrgico. Em geral,  resulta do acúmulo anormal e exagerado das fibras colágenas no local do corte. Existem algumas partes do corpo mais propensas à formação desse tipo de manifestação, como a região das articulações, o ombro, a área central do tórax ou os lóbulos das orelhas e do queixo. O que determina a tendência ao quelóide é o fator genético. Peles negras e orientais estão no maior grupo de risco de aparecimento de quelóides”, explica Ruben Penteado;</p>
<p style="text-align: justify;">09)   Durante o pós-operatório, quem tem tendência à formação de quelóide deve manter um rigoroso repouso para não provocar o estiramento da pele, evitando que os pontos fiquem distendidos além do natural. “O uso de corticóide &#8211; que inibe algumas etapas da cicatrização e possibilita maior controle durante o processo &#8211; ou de pomadas e curativos oclusivos com o mesmo princípio ativo é outro grande aliado para evitar o aparecimento de quelóides”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
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		<title>Implante x flacidez das mamas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dados da última pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/BLD047910.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1331" title="BLD047910" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/BLD047910.jpg" alt="BLD047910" width="350" height="231" /></a>Dados da última pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o aumento de mama é a cirurgia plástica mais realizada pelas mulheres no Brasil. &#8220;No entanto, é preciso saber que esta cirurgia não é a única opção para que a mulher fique satisfeita com a aparência de suas mamas&#8221;, diz o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo.</p>
<p>Uma queixa feminina muito comum em relação às próprias mamas diz respeito à aparência flácida. &#8220;Muitas mulheres com seios flácidos acabam achando que a colocação da prótese de silicone acabará com o problema. Isso nem sempre é verdade, pois para aumentar o conteúdo e esticar a pele até ela ficar tensa, precisamos respeitar certos limites físicos. O tamanho da prótese deve ser esteticamente aceitável, para não ficar enorme, artificial. Logo, a flacidez de pele deve ser pequena, para que uma prótese de tamanho adequado a estique e o resultado seja esteticamente aceitável. Geralmente, isso ocorre nos casos de pseudoptose, ou seja, uma flacidez leve, em que a aréola ainda está acima do sulco mamário. Este caso é mais comum em mulheres magras com mamas pequenas&#8221;, alerta o médico.</p>
<p>Em casos de grandes alterações de peso, próteses colocadas em mamas flácidas transformam-se em mamas grandes e flácidas, depois de alguns meses, pois a função da prótese é preencher um tecido vazio e, se existe flacidez é necessário que a mulher faça primeiro uma mastopexia &#8211; cirurgia plástica indicada para levantar seios flácidos &#8211; cuja função é a retirada da pele excedente para promover o levantamento das mamas. &#8220;Durante a mastopexia são retirados o excesso de pele, o tecido glandular e a gordura. Em seguida, ocorre o remodelamento dos seios e o reposicionamento dos mamilos&#8221;, explica o médico.</p>
<p>Nos casos em que a mama está caída e a paciente deseja acabar com a flacidez e, ao mesmo tempo, aumentar o volume dos seios, a alternativa é a colocação de uma prótese de silicone. &#8220;Dependendo do caso e da quantidade de pele existente, é necessária a colocação da prótese e depois a retirada da pele. Se a mama não tem muita pele excedente, o cirurgião pode optar por preencher todo o espaço com o implante de silicone, sem a necessidade de retirar a pele. Nesse caso, a prótese mais indicada é a de perfil alto, pois proporciona maior projeção e preenchimento da área&#8221;, explica Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="Conheça o BONDE" href="http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-34--56-20101025&amp;tit=o+implante+pode+corrigir+a+flacidez+das+mamas" target="_blank">FONTE: O BONDE</a><br />
</strong></p>
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		<title>Os implantes de silicone duram para sempre?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
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		<category><![CDATA[implantes de silicone duram para sempre]]></category>
		<category><![CDATA[implantes mamários de silicone]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, o FDA –  Food and Drug Administration –  divulgou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/08/f0025181.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1881" title="Breast implant" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2011/08/f0025181.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a>Recentemente, o FDA –  <em>Food and Drug Administration</em> –  divulgou uma atualização com informação clínicas e científicas a respeito dos implantes mamários de silicone.  O relatório confirma a segurança e a eficácia dos implantes, se usados seguindo todas as orientações médicas,  e fornece informações relevantes para as mulheres que desejam fazer um implante mamário de silicone.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o teor dos quatro principais pontos do documento:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os implantes mamários não duram a vida toda. Quanto mais antigo o implante, mais provável o aparecimento de  complicações. Uma, em cada cinco pacientes, que recebeu implantes para aumento dos seios vai precisar removê-los, 10 anos, após a  implantação. A regra vale também para as pacientes que se submenteram à cirurgias reconstrutoras da mama;</li>
<li>As complicações mais freqüentemente observadas em relação aos implantes de silicone são a contratura capsular (endurecimento da área ao redor do implante), a reoperação (cirurgias adicionais) e a remoção do implante. As complicações incluem também ruptura do implante, rugas, assimetria de mamas, cicatrizes, dor e infecção;</li>
<li>As complicações  conhecidas não sofreram alterações. São as mesmas observadas desde a aprovação do uso das próteses de silicone  para aumento de mamas, em novembro de 2006;</li>
<li>Os dados preliminares  indicam que o gel de silicone dos implantes não é fator de risco para o aparecimento do câncer de mama, problemas reprodutivos ou doença do tecido conjuntivo, como artrite reumatóide.</li>
</ul>
<p><strong><em>Segurança no uso do implante</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O grande interesse pelas mamoplastias de aumento tem a ver com a evolução das próteses de silicone, desde que surgiram na década de 60, e das técnicas cirúrgicas, nos últimos tempos. As grandes pesquisas sobre o assunto começaram na década de 70 com o intuito de tornar os resultados mais naturais. Mas os estudos decisivos aconteceram nos anos 80 e 90, quando o formato e a textura dos implantes foram aprimorados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta década, a tecnologia continuou evoluindo e o material da prótese, antes liso – o que poderia provocar irregularidades –, foi substituído por outro – rugoso, também de silicone. “O gel interno, que antes era líquido, se escapasse podia se espalhar pelos órgãos e se misturar à corrente sanguínea, o que poderia causar infecções graves. Agora, a prótese é recheada de gel, que não se mistura à corrente sangüínea, num caso  excepcional de vazamento”, explica o  cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido a toda esta evolução, hoje, é possível esculpir o busto da maneira desejada, com o colo mais ou menos projetado, com um formato mais ou menos insinuante&#8230; “Hoje, a técnica cirúrgica apresenta menos riscos, como o de redução de contratura capsular, popularmente chamada de encapsulamento. O problema acontece quando a membrana que se forma naturalmente ao redor da prótese se contrai, deixando a mama mais arredondada, dura, com aparência artificial e dolorida. Felizmente, quadros como esse são cada vez mais raros devido às novidades para facilitar e modernizar os procedimentos”, diz Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;">O formato da prótese de silicone também passou por mudanças. Primeiro, veio a forma redonda; depois, o formato de gota. Agora, temos como  opção a forma cônica. “Como o próprio nome diz, ela lembra um cone por causa da base reta e larga e das laterais que vão afinando em direção à aréola. O desenho, que foi inspirado no sutiã de enchimento, deixa o resultado mais discreto e projeta o mamilo”, explica o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra novidade para moldar os seios são as próteses com palpação mais suave, que contém um gel altamente coesivo de silicone, com textura de gelatina. “Este tipo de prótese também aumenta o busto sem deixá-lo duro ou artificial. Com esse implante, a mama fica tão macia ao toque,  quanto uma que não foi operada”, informa o cirurgião plástico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Evolução com saúde</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A evolução do silicone foi essencial para reduzir os casos de vazamento e de contratura capsular. E os números provam isso: no início, quando o material era líquido, a cada cem implantes realizados, um ficava duro. Mais tarde, quando ele se tornou gelatinoso, apenas uma prótese a cada mil colocadas endurecia. “Hoje, devido ao aprimoramento do material, a chance de encapsulamento é mínima, menor que 1%. Mas a paciente precisa ser alertada que qualquer prótese pode ser rejeitada pelo organismo”, destaca o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá para falar em evolução na cirurgia dos seios sem mencionar as técnicas cirúrgicas utilizadas. “A por via axilar apresenta um pós-operatório mais delicado, mas é muito procurada por jovens que querem aumentar o busto, sem mexer nas aréolas. Após a anestesia, o médico faz uma incisão de três a quatro centímetros na dobra da axila e introduz o implante”, diz Ruben Penteado. Existem ainda outros dois tipos de cortes: o chamado aerolar e a sub-mamário.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia também chegou ao pós-operatório. Hoje, contamos com adesivos que podem auxiliar na hora da sutura, garantindo uma cicatriz mais discreta. “Ao término da cirurgia, uma tela autoadesiva de poliéster é colocada sobre o corte e, por cima dela, um adesivo cutâneo líquido com proteção bacteriana. Esse curativo reduz em meia hora a cirurgia, pode ser molhado, não precisa ser trocado e é retirado após 15 dias. Também é uma opção para as pacientes alérgicas ao micropore”, diz o cirurgião plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante destacar também que a colocação de implantes de silicone com finalidade estética não atrapalha a realização de exames como mamografia, ultra-sonografia e ressonância magnética. “Porém, se os implantes forem muito grandes, pode haver alguma dificuldade na compressão dos seios, diminuindo a qualidade das imagens obtidas e prejudicando o resultado do exame. Vale enfatizar que, na mamografia em mulheres com próteses, é necessário realizar a chamada ‘manobra de Eklund’, em que se traciona a mama, para expor ao Raio X apenas o tecido mamário. Se isso não for feito, a prótese poderá interferir no resultado do exame”, diz Penteado.</p>
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		<title>Para corrigir deformidades nas orelhas</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 20:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Medicina Integrada]]></category>
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		<category><![CDATA[plástica nas orelhas]]></category>
		<category><![CDATA[plástica restauradora]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja o que o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/gww24852071.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1338" title="gww24852071" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/11/gww24852071.jpg" alt="gww24852071" width="350" height="234" /></a>Veja o que o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo, diz a respeito das intervenções cirúrgicas destinadas a fazer a correção de deformidades e de defeitos estéticos das orelhas:</p>
<p><strong>Buracos e rasgos nas orelhas</strong></p>
<p>O uso de brincos pesados, por muito tempo, pode provocar rasgos e fissuras nos lóbulos das orelhas. &#8220;Tanto orelhas completamente rasgadas, como as que estão apenas alargadas, podem ser corrigidas cirurgicamente através de pequena ressecção das bordas e suturas em linha quebrada para evitar retrações após a cicatrização. Após a correção cirúrgica, brincos pesados devem ser evitados para não haver recidiva da lesão. Se a paciente desejar, poderá furar novamente os lóbulos das orelhas, mas o furo não deverá ser feito no mesmo lugar&#8221;, aconselha o cirurgião plástico.</p>
<p><strong>Com a idade, os lóbulos das orelhas ficam grandes, murchos e pendentes</strong></p>
<p>&#8220;É possível fazer diversos tipos de ressecção, obedecendo a critérios particulares da técnica cirúrgica e de acordo com o caso, dando a forma desejada e melhor consistência ao lóbulo da orelha. Em casos menos intensos, pode-se fazer aplicações de soluções de preenchimento, como o ácido hialurônico, que ajudam a melhorar, mesmo que temporariamente, a espessura de lóbulos auriculares muitos finos&#8221;, observa Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.</p>
<p><strong>Perda da parte superior de orelhas em um acidente de carro</strong></p>
<p>Para corrigir perdas da parte superior da orelha que envolveram todo o terço superior é necessário reconstruir o arcabouço cartilaginoso com cartilagem obtida da costela do próprio paciente. &#8220;Com ela, modelamos cirurgicamente a parte que falta e inserimos embaixo da pele, como um enxerto. Meses depois, com a cartilagem já absorvida pelo organismo, completamos a reconstrução com enxerto de pele na sua parte posterior. Geralmente, é possível alcançar bons resultados com este procedimento, a orelha contra-lateral ficará muito semelhante à outra, porém nunca será igual&#8221;, explica o médico.</p>
<p><strong>Mordida de cão que arrancou a metade inferior da orelha</strong></p>
<p>&#8220;Se o paciente perdeu o lóbulo e a parte inferior da hélix da orelha &#8211; parte que contorna por fora a orelha &#8211; , mas conseguiu preservar sua estrutura cartilaginosa é possível planejar a reconstrução da orelha através de retalhos locais, aproveitando os tecidos vizinhos da região e complementando com enxerto de pele e de cartilagem, se houver necessidade&#8221;, afirma Penteado.</p>
<p><strong>Reconstrução de orelha perdida devido à queimadura e condrite</strong></p>
<p>Quando a perda da orelha foi ocasionada por queimadura e infecção associada, a pele remanescente apresenta-se pobre em vascularização e é de pouca viabilidade, não sendo capaz de sustentar uma prótese de silicone. &#8220;A reconstrução deve ser feita pelos métodos cirúrgicos estabelecidos, que utilizam tecidos do próprio indivíduo, como a cartilagem costal para fazer a estrutura, e, em seguida, seguir a rotina de dois ou três tempos cirúrgicos para completar o procedimento&#8221;, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p><strong>Orelhas anatomicamente normais, mais uma é maior que a outra</strong></p>
<p>&#8220;Esta é uma questão muito particular. Entretanto, há meios de se reduzir o tamanho de uma orelha ou de alguma de suas proeminências, se assim o paciente desejar. Às vezes, o maior desenvolvimento de uma estrutura pode ser um fator constitucional hereditário. O ideal é que o paciente reflita bem, pois as técnicas cirúrgicas estão sempre avançando, mas sempre é bom lembrar que haverá uma cicatriz&#8221;, conta o cirurgião plástico.</p>
<p><strong>Prática de jiu-jitsu e deformação das orelhas</strong></p>
<p>A causa dessa deformidade é a sucessão de traumas ocorridos durante as lutas, que ocasiona hematomas, inflamação e consequentemente condrite. Quando há reabsorção desse processo, ocorre a deformação da cartilagem, que pode ser mais grave, quando se associa à infecção. &#8220;De acordo com a extensão da deformidade pode-se fazer desde pequenos reparos, modelando a cartilagem engrossada, até a reconstrução parcial ou total, nos casos mais acentuados. Após a reconstrução, se o paciente voltar a praticar a luta, deve se proteger de novos traumas nesse local e terá que usar um curativo modelador após a cirurgia, por um período variável de um mês&#8221;, explica Ruben Penteado.</p>
<p><strong>Microtia</strong></p>
<p>A microtia é uma anomalia congênita que provoca uma diminuição no tamanho da orelha. &#8220;Como a orelha é pequena e malformada, apresenta-se diminuída na sua altura o que a faz parecer mais larga. Em alguns casos, a orelha também pode apresentar-se bem pequena e limitar-se a apresentar apenas algumas estruturas. A correção desta deformidade é complexa e parte geralmente para a reconstrução total do pavilhão auricular, através das técnicas já descritas, como o uso de cartilagem costal. É possível aproveitar remanescentes da estrutura já existente para obtenção de um melhor resultado&#8221;, explica o cirurgião.</p>
<p><strong>Orelha comprida</strong></p>
<p>É outro tipo de deformidade congênita da orelha, que sofre uma dobra sobre si mesma, tomando a forma parecida à de uma alça de xícara. Por isso também pode ser chamada de &#8220;cup ear&#8221; ou &#8220;lop ear&#8221;. &#8220;Esta deformidade pode ser corrigida por meio de uma cirurgia plástica, com desdobramento da cartilagem mais o emprego de retalhos de pele. Muitas vezes é necessária a complementação com enxerto de cartilagem obtida da outra orelha&#8221;, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="Acesse o BONDE" href="http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-27--83-20101018&amp;tit=cirurgia+para+corrigir+deformidades+nas+orelhas" target="_blank">FONTE: O BONDE</a></strong></p>
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		<title>Redução de mama ou cirurgia bariátrica: o que deve vir primeiro?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 01:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica para redução de mamas]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgião plástico Ruben Penteado]]></category>

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		<description><![CDATA[Para mulheres muito obesas, em ambos os procedimentos &#8211; cirurgia ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/glowimages_42-25042355.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2127" title="Surgeon smiling" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/glowimages_42-25042355-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Para mulheres muito obesas, em ambos os procedimentos &#8211; cirurgia bariátrica e cirurgia de redução de mama &#8211; os melhores resultados são alcançados quando a perda de peso é alcançada em primeiro lugar, sugere um estudo publicado no Plastic and Reconstructive Surgery®, jornal médico oficial da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a redução inicial da mama possa trazer alguns benefícios, as mulheres podem se decepcionar com a aparência dos seus seios, após a perda maciça de peso, fato comum, após a realização da cirurgia bariátrica. &#8220;Assim, as pacientes que estão considerando fazer a cirurgia bariátrica devem ser encorajadas a realizar esta operação antes de fazer a mamoplastia redutora&#8221;, defendem os pesquisadores da University of Rochester Medical Center.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando a bariátrica é realizada antes da redução das mamas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores analisaram dados de mulheres obesas mórbidas que tiveram perda de peso maciça: mais de 50 quilos. As participantes deste estudo apresentavam um Índice de Massa Corporal (IMC) médio de 54. Todas necessitaram de cirurgia bariátrica para conseguir emagrecer.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo incluiu dois grupos de mulheres: 15 que se submeteram à cirurgia de redução das mamas, antes da perda maciça do peso, e 14 que não haviam passado pela cirurgia de redução de mama, antes da perda de peso maciça.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as mulheres que se submeteram à mamoplastia redutora reconheceram uma melhora na aparência de seus seios, depois da cirurgia. Além disso, a mamoplastia “as incentivou a se exercitar e a perder peso por conta própria”. Mesmo assim, todas as 15 mulheres necessitaram da cirurgia bariátrica para atingir seus objetivos de perda de peso. E após a bariátrica, novas reduções no tamanho e no formato da mama foram necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">A cirurgia bariátrica afeta a aparência dos seios, pois com o emagrecimento posterior, o excesso de pele pode ser muito aparente. Após a perda maciça do peso, 86% das mulheres que anteriormente tinha se submetido à mamoplastia redutora alegava que a aparência de seus seios estava pior. Cerca de metade destas mulheres planejavam fazer uma nova cirurgia para melhorar a aparência dos seios.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa dos benefícios da redução de mamas &#8211; alívio de dores nas costas, fim dos problemas de coluna, assaduras na parte inferior do seio, dores e machucados constantes nos ombros por causa da alça do sutiã &#8211; a maioria das mulheres não se arrependeu de sua decisão de ter feito a redução de mamas, primeiro. No entanto, se fossem dar conselhos a uma amiga, elas disseram que iriam recomendar a perda de peso &#8211; cirurgia bariátrica &#8211; antes da cirurgia de redução de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">No grupo analisado, dentre as mulheres que não realizaram a mamoplastia redutora, 71% afirmava que a aparência dos seus seios estava pior, após a cirurgia bariátrica. Metade planejava fazer uma cirurgia de redução de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, mulheres que são candidatas a fazer ambos os procedimentos, devem ser orientadas a considerar a cirurgia bariátrica em primeiro lugar. “Mesmo que a redução das mamas traga benefícios, &#8211; incluindo redução da dor e aumento da capacidade de exercício &#8211; o aspecto final das mamas parece melhor se a cirurgia de redução das mamas é realizada após a perda de peso maciça. Estas considerações devem ser individualizadas para cada paciente obesa que procura a redução da mama, antes da perda de peso&#8221;, diz o médico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Plástica, após bariátrica, é cada vez mais comum</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A cirurgia plástica, após a bariátrica, deve ser feita quando o objetivo da perda de peso estipulada pelo cirurgião bariátrico for atingido ou quando ocorre a estabilização do peso do paciente. A estabilização do peso ocorre geralmente entre 01 e 02 anos após a cirurgia bariátrica. Ainda assim, o cirurgião plástico deve selecionar os pacientes que estejam com IMC abaixo de 30. “Quando o IMC estiver acima de 30, a cirurgia só deve ser feita se houver razões fortes, como por exemplo, quando a sobra de pele e o excesso gorduroso prejudicam a locomoção do paciente”, diz Ruben Penteado.</p>
<p style="text-align: justify;">A cirurgia plástica da obesidade é importante para os obesos grau 3, anteriormente chamados de obesos mórbidos. “Estes pacientes perderam muito peso depois que se submeteram à cirurgia bariátrica. São pessoas que perderam a elasticidade da pele, fato que prejudica não apenas o aspecto estético, mas algumas funções básicas da vida”, explica o cirurgião plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os problemas dos pacientes começam com prejuízos à postura e ao equilíbrio causados pelo excesso de pele. “Depois, podemos citar os problemas de integração social e de relacionamento sexual. Acentua-se o incômodo causado pelas dermatites localizadas nas dobras de pele”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ruben Penteado destaca que é preciso observar, cuidadosamente, o paciente, antes da realização da cirurgia plástica. “Geralmente, pacientes que foram assistidos por uma equipe multidisciplinar estão melhores preparados para a etapa da plástica. Aqueles que apresentam um quadro de depressão ou algum outro tipo de problema requerem mais atenção”, defende.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cadaminuto.com.br/noticia/2012/03/21/reducao-de-mama-ou-cirurgia-bariatrica-o-que-deve-vir-primeiro" target="_blank"><strong>FONTE: CADA MINUTO</strong></a></p>
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		<title>Silicone melhora qualidade de vida, após câncer</title>
		<link>http://www.medintegrada.com.br/site/?p=1439</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 20:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Centro de Medicina Integrada]]></category>
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		<category><![CDATA[próteses de silicone]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução da mama]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo realizado no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, de Nova ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/12/UPP22002.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1440" title="UPP22002" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2010/12/UPP22002.jpg" alt="UPP22002" width="233" height="350" /></a>Um estudo realizado no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, de Nova York, apontou que mulheres que recebem implantes de silicone, após a cirurgia de câncer de mama, são mais felizes com suas mamas reconstruídas do que as mulheres que recebem implantes salinos, revela um novo estudo americano.</p>
<p>A pesquisa, realizada pelo cirurgião plástico Colleen McCarthy, ouviu 472 pacientes sobre a experiência delas em relação à cirurgia reconstrutiva, após o câncer de mama. Foram ouvidas 176 mulheres com implantes de silicone e 306 mulheres com implantes salinos. O resultado apontou que as mulheres que tinham recebido implantes de silicone estavam mais satisfeitas com a aparência dos seus seios.</p>
<p>Segundo as participantes do estudo, os implantes de silicone apresentavam um formato mais natural. Ambos os implantes podem gerar rugas, mas o implante de silicone tende a enrugar menos. O estudo observou que, ao longo do tempo, as mulheres que haviam recebido os implantes salinos queixavam-se mais de má cicatrização e de que a área ao redor do implante endurecia. As participantes do estudo que tiveram apenas uma mama removida e reconstruída por meio de implantes salinos apresentavam também problemas de assimetria mamária.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o reembolso do seguro de saúde não faz diferença entre implantes de silicone e de solução salina. Os cirurgiões também não recebem incentivos financeiros para recomendar um tipo de implante. Todas as mulheres que recebem implantes de silicone são aconselhados a realizar ressonância magnética cerca de três anos após a cirurgia, para se certificarem de que o dispositivo não se rompeu ou vazou.</p>
<p><strong>A polêmica do silicone</strong></p>
<p>A conclusão do estudo, após anos de polêmica em torno de implantes de silicone nos Estados Unidos, fortalece uma medida adotada em 2006, pela FDA- The United States Food and Drug Administration – a de revogar a proibição (que perdurou 14 anos) de implantes de silicone, após a mastectomia. A proibição em terras americanas se baseava na opinião de grupos feministas e grupos de consumidores , que se preocupavam com o vazamento do silicone e com o aparecimento de outros problemas de saúde que poderiam ser desencadeados pelo implante.</p>
<p>— Consideramos o estudo americano muito importante porque finalmente, as americanas podem fazer uma escolha estética que se encaixa com seus valores e preferências. Isto é muito relevante para alguém que está se recuperando de um câncer de mama — destaca o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p>Outro aspecto fundamental toca num assunto muito debatido nas clínicas e consultórios: a segurança dos implantes de silicone.</p>
<p>— Há mais de 30 anos, a prótese de silicone é uma das técnicas utilizadas para aumentar ou reconstruir as mamas, em todo o mundo, mas, periodicamente, a discussão relativa à colocação dessas próteses e sua relação com o câncer de mama vem à tona. Observamos na prática clínica que esta dúvida é muito recorrente entre as mulheres que desejam colocar uma prótese de seios. Muitas vezes, a paciente chega ao consultório ‘bombardeada’ por opiniões ambíguas, muito insegura em relação ao procedimento — explica Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.</p>
<p>A colocação de implantes de silicone com finalidade estética não atrapalha a realização de exames como mamografia, ultra-sonografia e ressonância magnética.</p>
<p>— Porém, se os implantes forem muito grandes, pode haver alguma dificuldade na compressão dos seios, diminuindo a qualidade das imagens obtidas e prejudicando o resultado do exame. Vale enfatizar que, na mamografia em mulheres com próteses, é necessário realizar a chamada ‘manobra de Eklund’, em que se traciona a mama, para expor ao Raio X apenas o tecido mamário. Se isso não for feito, a prótese poderá interferir no resultado do exame — diz Penteado.</p>
<p> </p>
<p><strong><a title="ZERO HORA" href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Segundo%20Caderno&amp;newsID=a3132645.xml" target="_blank">FONTE: ZERO HORA</a></strong></p>
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		<title>Quantos anos a cirurgia plástica facial pode te rejuvenescer?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 01:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Medicina Integrada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Medicina Integrada]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de rejuvenescimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgião plástico Ruben Penteado]]></category>
		<category><![CDATA[lifting facial]]></category>

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		<description><![CDATA[A decisão de se submeter a uma cirurgia estética facial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/glowimages_MYA38957.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2123" title="glowimages_MYA38957" src="http://www.medintegrada.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/glowimages_MYA38957-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A decisão de se submeter a uma cirurgia estética facial é geralmente uma experiência gratificante e que “vale a pena” para a maioria dos pacientes. A oportunidade de rejuvenescer o olhar ou de aparentar um ar menos cansado contribui para a melhora da autoestima de muitos indivíduos. Hoje, os objetivos da cirurgia estética facial são melhorar a aparência e tentar &#8220;voltar o relógio.&#8221; No entanto, é difícil avaliar com precisão o quanto as mudanças relacionadas à idade podem ser revertidas por meio da cirurgia de rejuvenescimento facial.</p>
<p style="text-align: justify;">“É preciso que o cirurgião plástico explique ao paciente as limitações relacionadas às cirurgias de rejuvenescimento facial, incluindo o entendimento de que o objetivo do procedimento não é alterar drasticamente a aparência do paciente, evitando, assim a criação de um ar artificial no rosto. Parte da interação entre o cirurgião plástico e o paciente abrange a delicada tarefa de gerir as expectativas e transmitir resultados realistas a respeito das intervenções cirúrgicas faciais”, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Visando estabelecer padrões e critérios para quantificar o quanto a cirurgia plástica facial pode “ajudar as pessoas” a se sentirem mais atraentes, pesquisadores da Universidade de Toronto realizaram descobertas interessantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para realizar o estudo, os estudiosos usaram fotos do antes e do depois de 60 pacientes que se submeteram a cirurgias plásticas faciais. Todos os pacientes tinham entre 45 e 72 anos, quando realizaram a cirurgia. Deste grupo, 22 pacientes tinham se submetido a um lifting de rosto e pescoço; 17 tinham feito um lifting de rosto e pescoço e uma blefaroplastia, e 21 tinham feito um lifting de rosto, pescoço e testa, além de uma blefaroplastia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais os procedimentos que retiraram o maior número de anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores mostraram fotos dos pacientes a um grupo de 40 alunos do primeiro ano de Medicina, pedindo-lhes para estimar as idades dos pacientes, antes da cirurgia, e a mudança percebida na idade, após a cirurgia.</p>
<p style="text-align: justify;">Após analisar as respostas dos participantes, os pesquisadores canadenses descobriram que os pacientes que tinham realizado o lifting de rosto e de pescoço aparentavam 5,7 anos mais jovens; os pacientes que tinham feito os dois procedimentos e a blefaroplastia, pareciam 7,5 anos mais jovem. E por fim, os que haviam feito mais de três cirurgias, pareciam 8,4 anos mais jovens.</p>
<p>“É importante destacar que as descobertas não significam que se submeter a mais procedimentos é melhor em termos de rejuvenescimento. Os pacientes chegam aos consultórios com diferentes queixas. São estas insatisfações que irão auxiliar o cirurgião na aferição do que cada paciente deseja e qual será a indicação cirúrgica apropriada para cada caso”, explica Ruben Penteado.</p>
<p>Medir o sucesso, no reino da cirurgia plástica facial, é uma tarefa difícil devido à natureza subjetiva dos resultados e aos diferentes níveis de expectativas dos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">“O estudo canadense representa esforços iniciais para quantificar o grau de mudança da idade percebida, após a cirurgia de rejuvenescimento facial, proporcionando uma medida objetiva do sucesso cirúrgico. Os dados indicam uma redução significativa e consistente da idade aparente, após a cirurgia estética facial. Este efeito torna-se mais substancial quando o número de procedimentos cirúrgicos é maior. Estes resultados quantitativos podem ser usados para facilitar as discussões pré-operatórias e para oferecer aos pacientes um melhor senso de resultados, criando expectativas mais realistas”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.</p>
<p><strong>Aliados do lifting facial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ruben Penteado destaca que “hoje, o moderno processo de rejuvenescimento facial também emprega procedimentos não cirúrgicos, como enxertos de gordura, uso da toxina botulínica, preenchimentos, peelings e um bom preparo da pele. Este conjunto &#8211; cirurgia + procedimentos cosmetológicos &#8211; tem proporcionado resultados mais completos e naturais para os pacientes insatisfeitos com a aparência do rosto”.</p>
<p><a href="http://www.esteta.com.br/noticia.php?intNotID=15741" target="_blank"><strong>FONTE: ESTETA</strong></a></p>
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